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  • Miranda Guimarães

O nosso Propósito

Nosso escritório não busca pilhas de processos, não busca números, não vemos a causa de nosso cliente como commodity, como granel.



Hoje em dia, há uma lamentável tendência em relação à advocacia, uma tendência de mercantilização, uma tendência de torná-la comercial, uma tendência de comoditizar os casos jurídicos, comoditizar os contratos, comoditizar a atuação jurídica.


Há, ainda, uma tendência a uma mentalidade de superficialidade, de pouca profundidade, e cujos resultados não importam tanto quanto a quantidade produzida. Paralelamente, gera uma mentalidade de escassez, igualmente se baseia num conceito que busca a pré-disposição de priorizar pensamentos e padrões de que uma parte tem que ganhar e a outra parte tem de perder, caracterizando pensamentos fixos que, por exemplo, afastam-se dos objetivos, metas e resultados esperados e desejados num contrato, em processos e em opiniões jurídicas.

Um contrato não é um fim em si mesmo, mas um meio para um fim – por isso, o contrato é um instrumento.


Um processo não é um fim em si mesmo, mas um meio para um fim – é um caminhar para a frente e não pode ser tratado como se fosse granel, só pelo volume. Nem o processo, nem o contrato. Assim como nenhum trabalho jurídico.


Não acreditamos em contratos feitos por advogados para advogados visando um litígio.


Não acreditamos em um contrato senão o que vise o resultado desejado pelas partes. Não acreditamos em um contrato cheio de punições e meios para terminá-lo, punir a outra parte e, se possível, destruí-la.


Nós pensamos diferente.


Nós acreditamos em desafiar essa mentalidade, esse padrão, esse status quo.


Nós percebemos novos e mellhores meios de fazer as coisas em benefício de ambas as partes, em benefício do projeto, em benefício do cliente e em benefício da sua organização.


Nós percebemos que assim significa que se agrega valor e que assim é a verdadeira base para uma bem sucedida relação de negócios.


Essa ideia rompe com o velho padrão preestabelecido porque ele está errado e o novo padrão alcança melhores resultados, mais rápidos e eficazes.

Nós acreditamos nas relações ganha-ganha.


Nós acreditamos no pensamento de que quando um ganha, o outro também deve ganhar.


Nós acreditamos no objetivo do nosso cliente.


Nós existimos para que o nosso cliente consiga o que ele quer. Não trabalhamos pelo litígio. Trabalhamos pelo objetivo.


Nosso modo de trabalhar é uma mentalidade voltada ao resultado do cliente.

Essa é a nossa maneira de desafiar o status quo.

A maneira com a qual se confronta o status quo, se rompe com o velho, é comprender que o contrato é um meio para o fim, um instrumento elaborado e redigido para o resultado da cooperação, que seja simples de cumprir e amigável aos contratantes. E daí, saem bons resultados, que alcançam os objetivos e as metas pelos quais as partes entraram em cooperação.


Aderindo a uma nova visão para os contratos, na qual o advogado trabalha junto com os stakeholders da relação negocial, sejam administradores, sejam engenheiros, sejam químicos, sejam farmacêuticos, quem quer que seja conhecedor de cada etapa do processo e que venha a ser operador daquilo que se contrata. Por isso, não deve ser um contrato feito de advogado para advogado, deve ser um contrato de uma parte para a oura parte auxiliado pelos conhecimentos técnicos do advogado e que alcancem o resultado desejado, motivo pelo qual as partes resolveram contratar.

Dessa forma, o contrato passa de um modelo rígido a um processo dinâmico, progressivo e evolutivo.

O status quo, que desafiamos é quando os advogados redigem contratos para outros advogados – visando litígios e esquecendo do objetivo maior.

Quando não consideram modificações que possam surgir no meio do processo: alterações necessárias, decorrências de atraso de outros fornecedores ou de qualquer ordem de imprevistos.


Se o escopo do contrato for inflexível, ocorrerá litígio.

A mais das vezes o litígio ocorre por conta de uma mentalidade ganha-perde, por tal mentalidade antiga, um advogado trata o cliente do seu cliente como parte contrária, como se já estivessem litigando. Ele não vê a razão do contrato, ele não consegue perceber o resultado.

Essa forma de pensar unicamente no litígio põe obstáculos nas negociações, espanta o cliente e o cliente do seu cliente. Esse é o contrato perde-perde.


De uma parte há o interesse, por exemplo, na realização de um empreendimento e da outra parte há o interesse em executá-lo.

No nosso modo de pensar, de encarar uma contratação, o advogado deve prever e imaginar situações que possam obstaculizar as negociações e a execução, assim como a conclusão e o desfecho, as consequências e as sequências para o desenlace. Essas situações devem ser previstas com adaptações, conversas e principalmente, compreensão de todo o processo que será contemplado no contrato e que, muitas vezes, o advogado não domina. O advogado como o redator do instrumento da cooperação precisa trabalhar em conjunto com todos os stakeholders.

A minha crença é o contrato ganha-ganha.


A minha crença são relações ganha-ganha.


É por esse motivo que a NOVA VISÃO DO CONTRATO existe: para quebrar esse paradigma, desafiar o status quo e mostrar que é possível desenvolver relações, sejam negociações, sejam conflitos, como um Documento de Negócio - o que realmente é.


Esse é o meu contrato.


Um contrato trabalhado em cooperação, visando benefícios para ambos os contratantes.


Um contrato feito com usuários para usuários. E não de advogados para advogados.


Essa é a nova visão para o contrato.

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